sexta-feira, 28 de setembro de 2007

Suplicy declama rap dos Racionais no Senado


Sensacional!

sexta-feira, 21 de setembro de 2007

Olhem essa...

Salve povo!

Eu estive um pouco ocupado nesses dias e por isso ainda não havia postado nada aqui no nosso Blog. Mas hoje eu estava à toa e fiz uma bobagenzinha pra postar aqui e para, caso queiram, colocar em anexo nos emails para nossos queridos políticos...
Não ficou tão bom porque fiz correndo, mas essa idéia de algo "tosco" serve também como forma
de crítica, para mostrar que a imagem de um político hoje acaba ficando tão distorcida quanto suas ações reais!


Abraços!
Marcos Leandro.



sexta-feira, 14 de setembro de 2007

Eu livro a cara dele!



Essa foi o Paulo Pita quem pescou no You Tube. Bem legal. Poderíamos fazer algo nesse sentido para o Festival do Minuto, com a marca do grupo de estudos. O que acham?

quarta-feira, 12 de setembro de 2007

Guerrilha virtual contra absolvição de Renan Calheiros

Colegas.

Eis aí a lista de e-mail de todos os senadores para fazermos uma boa guerrilha virtual, expressando nossa opinião sobre a absolvição de Renan Calheiros pelo Senado Federal. É só copiar e colar a lista no campo de endereços (os e-mails já estão separados no jeito certo de enviar), caprichar no assunto e na mensagem, e pronto. Divulguem a lista para os seus contatos e não deixem de mandar, vocês também, um e-mail aos senadores.
Saudações!
André


adelmir.santana@senador.gov.br; almeida.lima@senador.gov.br; mercadante@senador.gov.br; alvarodias@senador.gov.br; acmjr@senado.gov.br; antval@senador.gov.br; arthur.virgilio@senador.gov.br; augusto.botelho@senador.gov.br; cesarborges@senador.gov.br; cicero.lucena@senador.gov.br; cristovam@senador.gov.br; delcidio.amaral@senador.gov.br; demostenes.torres@senador.gov.br; edison.lobao@senador.gov.br; eduardo.azeredo@senador.gov.br; eduardo.suplicy@senador.gov.br; efraim.morais@senador.gov.br; eliseuresende@senador.gov.br; ecafeteira@senador.gov.br; webmaster.secs@senado.gov.br; expedito.junior@senador.gov.br; fatima.cleide@senadora.gov.br; flavioarns@senador.gov.br; flexaribeiro@senador.gov.br; francisco.dornelles@senador.gov.br; garibaldi.alves@senador.gov.br; geraldo.mesquita@senador.gov.br; gecamata@senador.gov.br; gilvamborges@senador.gov.br; webmaster.secs@senado.gov.br; heraclito.fortes@senador.gov.br; ideli.salvatti@senadora.gov.br; inacioarruda@senador.gov.br; jarbas.vasconcelos@senador.gov.br; jayme.campos@senador.gov.br; jefperes@senador.gov.br; joaodurval@senador.gov.br; joaopedro@senador.gov.br; joaoribeiro@senador.gov.br; jtenorio@senador.gov.br; j.v.claudino@senador.gov.br; jonaspinheiro@senador.gov.br; jose.agripino@senador.gov.br; jose.maranhao@senador.gov.br; josenery@senador.gov.br; sarney@senador.gov.br; katia.abreu@senadora.gov.br; leomar@senador.gov.br; lucia.vania@senadora.gov.br; magnomalta@senador.gov.br; maosanta@senador.gov.br; crivella@senador.gov.br; marco.maciel@senador.gov.br; marconi.perillo@senador.gov.br; maria.carmo@senadora.gov.br; mario.couto@senador.gov.br; marisa.serrano@senadora.gov.br; mozarildo@senador.gov.br; neutodeconto@senador.gov.br; osmardias@senador.gov.br; papaleo@senador.gov.br; patricia@senadora.gov.br; paulo.duque@senador.gov.br; paulopaim@senador.gov.br; simon@senador.gov.br; raimundocolombo@senador.gov.br; renan.calheiros@senador.gov.br; renatoc@senador.gov.br; romero.juca@senador.gov.br; romeu.tuma@senador.gov.br; rosalba.ciarlini@senadora.gov.br; roseana.sarney@senadora.gov.br; sergio.guerra@senador.gov.br; sergio.zambiasi@senador.gov.br; serys@senadora.gov.br; siba@senador.gov.br; tasso.jereissati@senador.gov.br; tiao.viana@senador.gov.br; valdir.raupp@senador.gov.br; valterpereira@senador.gov.br; wellington.salgado@senador.gov.br

quinta-feira, 6 de setembro de 2007

VI Politicom

Agenda

Dias 8 e 9/10/2007
VI Politicom

A VI Conferência Brasileira de Comunicação e Marketing Político acontece na Faculdade Santa Bárbara, na Cidade de Santa Bárbara D’Oeste, em São Paulo, entre os dias 8 e 9 de outubro, com a possibilidade de apresentação de trabalhos nos grupos de Propaganda Política em Jornais e Revistas, Propaganda Política Digital e Audiovisual, Propaganda Política, trabalhos de pesquisa aplicada em cursos de graduação e Propaganda Política, temas gerais. Mais informações podem ser obtidas diretamente no site www.sbnotícias.com.br/politicom ou pelo telefone (19)3463-8456.

Lições da democracia grega



André Azevedo da Fonseca

Para esquentar o espírito de cidadania nesse início de campanha eleitoral, ocasião em que políticos gastam todo seu tempo prometendo que serão representantes fiéis da vontade dos eleitores, é muito interessante fazer uma reflexão sobre a democracia clássica ateniense. Lembremos que foram os gregos que inventaram não apenas a democracia, mas também a política, entendida como “a arte de decidir através da discussão pública”.

Em Atenas os cidadãos viviam sob um regime de democracia “direta”, e não “representativa”, como nós. A Assembléia, um verdadeiro comício ao ar livre, era aberta a qualquer interessado. Em princípio, todos os presentes tinham o direito de tomar a palavra: a isegoria – o direito universal de falar na Assembléia – era algumas vezes empregado como sinônimo de democracia.

A Assembléia se reunia pelo menos quarenta vezes durante o ano e geralmente chegava a uma decisão sobre determinado tema em um único dia de debate. As deliberações eram estabelecidas pelo voto da maioria simples daqueles que estivessem presentes. Todos os assuntos a serem votados eram discutidos antecipadamente no dia-a-dia da sociedade. As pessoas conversavam nas lojas, nas tavernas, na praça, nas mesas de jantar e, mais tarde, esses mesmos cidadãos se direcionavam à Assembléia para realizar a votação formal.

Para se ter uma idéia desse espírito democrático, consta-se que nem mesmo o grande general Péricles detinha o poder de decidir sozinho questões relativas à mobilização de tropas na guerra. Todas as suas propostas eram submetidas à votação; visões alternativas eram apresentadas e a decisão final era dos membros da Assembléia, e não de Péricles. Para os atenienses “o reconhecimento da liderança não era acompanhado por uma renúncia ao poder decisório”.

Quase não havia burocracia ou funcionários públicos. A administração era partilhada entre um grande número de cargos anuais e um conselho de 500 cidadãos escolhidos por sorteio. Isso mesmo: através de sorteio eram escolhidos os membros, que não recebiam qualquer remuneração. Consta-se que no século V a.C. funcionários públicos, membros do conselho e jurados recebiam um pequeno per diem – valor menor do que o pagamento diário de um pedreiro. A participação na vida pública por sorteio indica que grande parte dos cidadãos necessariamente tinha alguma experiência direta no governo. Nem os apáticos escapavam da vida em comunidade. Ou seja, ao contrário do atual modelo de democracia, em Atenas a direção do Estado não era um monopólio dos chamados políticos profissionais: todos os cidadãos tinham direito de exercer a política.

A idéia da democracia direta mostra que nosso modelo político ainda pode ser radicalmente transformado através de reformas profundas. Há estudiosos insuspeitos, como o historiador Moses Finley, que defendem a viabilidade do modelo direto aos tempos atuais. Afinal, não devemos nos esquecer que, sob esse sistema, Atenas foi o Estado mais próspero, poderoso, estável e culto do mundo grego por mais de dois séculos. Lembremo-nos dos gregos.

Participação política

André Azevedo da Fonseca

Agora que o espetáculo publicitário das campanhas eleitorais de 2006 ficou para a história, chegou o momento de exercer a cidadania e contribuir no desenvolvimento de nossa sociedade. Ao contrário do que gostam de afirmar os políticos profissionais, a prática da democracia não se restringe ao dia das eleições. Apertar a tecla verde na urna eletrônica não é o principal momento da vida democrática. Resumir a cidadania política ao ato individual do voto é mutilar o cidadão, pois a discussão pública sobre os projetos para transformar a sociedade é um exercício cotidiano que contempla diversas formas de participação. Portanto, se durante a campanha falou-se tanto em “voto consciente”, agora é a hora de incentivar o exercício diário da “participação política consciente”.

O presidente e os governadores já estão em pleno mandato. No dia 1º de fevereiro os deputados foram solenemente empossados. Enquanto cidadãos, devemos anotar o quanto antes o telefone, o endereço e o e-mail de nossos representantes para lembrar-lhes diariamente que eles não são nada mais do que nossos funcionários no governo e no parlamento. Ou seja, o mandato que confiamos provisoriamente a eles não significa um cheque em branco; eles não têm procuração para fazer o que quiser, até porque o cargo não pertence a eles: o mandato é nosso. O poder que eles representam não é uma dádiva pessoal, mas está sustentado unicamente em nossa vontade. Assim, ao contrário do que gostam de propagandear em suas campanhas, nada do que conquistarem para a cidade ou região será um favor, ou uma benesse pessoal, pois o mérito de cada conquista é da massa de eleitores ou, no mínimo, dos grupos de cidadãos que souberam articular suas demandas.

Se os políticos profissionais forem omissos, mentirosos ou trabalharem apenas pelos próprios interesses – ou pelos interesses de seus financiadores e círculos de relações – devemos enxovalhá-los em público até conseguirmos tirá-los de seus postos. Mas se forem responsáveis, competentes e criativos o suficiente para propor bons projetos de lei no sentido de promover o desenvolvimento, a autonomia e reduzir a desigualdade social, conquistarão nosso respeito e apoio. Em um país de tantas urgências, não podemos nos dar ao luxo de permanecer omissos. Em um país onde quadrilhas de parlamentares roubam dinheiro destinado a famílias pobres; onde a falta bons programas sociais produz milhões de jovens desesperados que acabam seduzidos pelo crime; e onde cujas leis favorecem uma concentração de renda que provoca o paradoxo de um país que possui umas das maiores economias do mundo mas conta com milhões de miseráveis; é muito grave assistir passivamente aos políticos profissionais desperdiçarem dinheiro público com proselitismos que servem apenas para sustentar o próprio prestígio pessoal. A negligência é a maior das violências.

Para avaliar a qualidade de nossos representantes é preciso acompanhá-los no decorrer do mandato. Quando estão nas ruas pedindo votos, os candidatos falam qualquer coisa para agradar. Mas agora que foram eleitos, eles terão que fazer escolhas. Essas escolhas podem favorecer os amigos pessoais e os lobbys organizados que já estão confortáveis em seus negócios, ou podem favorecer a distribuição da riqueza, a promoção da educação e a valorização do trabalho. O poder deve ser permanentemente constrangido. Sem pressão política nossos representantes se sentem muito à vontade e tornam-se apenas sujeitos vaidosos, festeiros e comilões. Com o fim da campanha eleitoral, chegou a hora da política. E cabe a nós exigir que os políticos façam seu trabalho. Diariamente.

Saudações

Segundo Aristóteles, a política é a ciência que tem por objetivo a felicidade humana.

Quase 23 séculos depois, as pessoas enxergam a política como uma das raízes de sua infelicidade.
Num momento em que todos se mostram desacreditados em relação ao cenário político nacional, cabe a nós, afortunados produtores e receptores de conhecimento, uma análise da história, do embasamento filosófico e antropológico, da cultura e das demais influências que moldaram a política atual.
Nosso objetivo não é apontar déspotas ou eleger ideologias. É fazer que, 23 séculos depois, as pessoas sejam finalmente felizes pela política, através do voto consciente.
É uma longa jornada que se inicia; mas o primeiro passo já foi dado.

A todos os participantes, meus agradecimentos.

sábado, 1 de setembro de 2007

CRONOGRAMA GRUPO DE ESTUDOS


(TODAS AS QUARTAS-FEIRAS, ÀS 18H15MIN )

05/09: Cultura Política (Subjetividade na Política);
12/09: Cultura Política (Conceito);
19/09: Cultura Política (Conceito);
26/09: Mitos e Mitologias;
03/10: Mitos e Mitologias;
10/10: Política em Uberaba – 1940;
17/10: Separatismo do Triângulo;
24/10: Política e Antropologia;
31/10: Antropologia Política;
A partir de 07/11 – discussão dos textos do Reposcom
(http://www.intercom.org.br/)