segunda-feira, 29 de setembro de 2014

Dia dos professores: uma reflexão



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Os pais não têm tempo para as crianças e exigem que os professores assumam toda a responsabilidade pela educação de seus filhos. Professores de escolas particulares são orientados a tratar pais e alunos como clientes. E clientes sempre têm razão. Mas os pais e alunos não se veem apenas consumidores, eles se sentem patrões dos professores. E cobram metas e resultados como um gerente de loja de departamento.

Professores da rede pública sofrem na carne as mesmas ameaças e agressões físicas que os alunos sofrem em casa ou na rua. Eles estão cansados, deprimidos, irritados, desiludidos. Sentem medo, raiva e vergonha.

Professores têm que trabalhar três turnos para sustentar a família. De manhã em uma escola. De tarde em outra, e à noite, em casa, quando outros trabalhadores descansam, professores trabalham na escrivaninha. Sessenta, setenta, oitenta horas por semana. Sábados, domingos e feriados.

É verdade. O trabalho de estudar, planejar aulas, preparar e corrigir cem, duzentas, trezentas provas, preencher diários e revisar os exercícios dos alunos raramente é remunerado. E quando o professor recebe por esse trabalho, é um valor irrisório, desproporcional.

Muita gente acha que professor só deve ser pago pelas horas de trabalho dentro de sala de aula. E não precisa receber pelas horas extras de trabalho fora de sala de aula. O salário dos professores não é condizente com as exigências que a sociedade impõe ao seu trabalho.

Para exercer o seu trabalho de ensinar, os professores precisam comprar livros, assinar jornais e revistas, ir ao teatro, frequentar o cinema, viajar, participar de congressos. Precisam de tempo para estudar as novidades na sua área, pesquisar, escrever, publicar. E precisam de tempo para cuidar dos filhos, passear, namorar, descansar. E em geral, professores não tem tempo para isso.

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segunda-feira, 22 de setembro de 2014

Todos os vídeos da série: "Sociedade sem escolas"




Ivan Illich argumenta que o sistema escolar é financiado pela ilusão de que a maioria do que a gente aprende é resultado do seu ensino. Ele até admite que o ensino pode contribuir para determinadas espécies de aprendizagem, sob certas circunstâncias.
Mas pra ele, a maioria das pessoas adquire a maior parte de seus conhecimentos fora da escola, precisamente dessa escola que se tornou um espaço de confinamento durante um período grande da vida.
A maior parte da aprendizagem ocorre causalmente. Mesmo a maior parte da aprendizagem intencional não é resultado de uma instrução programada.
As crianças na primeira infância, por exemplo, aprendem no seu próprio ambiente familiar uma das habilidades mais complexas que define o ser humano: a fala.
E todo mundo sabe que, quanto mais os pais se interessam pela educação de seus filhos, e estimulam as crianças com diálogos, com leituras, com brincadeiras, com jogos, com músicas, provocando a curiosidade e a inteligência dos filhos com um vocabulário mais surpreendente e mais diversificado, mais as crianças se desenvolvem.
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terça-feira, 16 de setembro de 2014

Sociedade sem escolas, de Ivan Illich




Ivan Illich sem dúvida nenhuma foi um dos pensadores mais radicais no campo da Pedagogia. A grande provocação que ele deixou para a humanidade foi o seu livro chamado Sociedade sem Escolas, publicado em 1971. Esse livro aponta problemas muito incômodos sobre a indústria das escolas e sobre as intenções ocultas que sustentam parte do discurso que aparentemente valoriza a educação.

Ivan Illich vai direto ao ponto: para ele, o direito de aprender é simplesmente interrompido pela obrigação de frequentar a escola.  Ou seja, toda aquela organização burocrática que sustenta a rotina escolar e principalmente o prolongamento artificial do tempo de escolarização, na verdade, atrapalham a aprendizagem.
Em busca de uma solução para o desastre da escola institucional, ele defendia a criação de uma “teia educacional” capaz de oferecer a todos a oportunidade de transformar cada momento de sua vida num instante de aprendizado, de participação e de cuidado.

O modelo proposto por Ivan Illich é a criação de uma Era de Lazer, em que aprender fosse uma atividade de curiosidade constante e prazerosa que ocorreria em todos os momentos e todos os lugares.

Mas para isso é preciso combater essa economia dominada pelas indústrias de serviço, que parecem preocupadas com educação, mas na verdade só querem prolongar o tempo de consumo de seus serviços.

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quinta-feira, 4 de setembro de 2014

Canal discute Educação, Comunicação e Ciências Humanas